sábado, 29 de dezembro de 2012

Reportando a si Mesmo


Os mini-seminários apresentados na última aula de Abordagem Autobiográfica,onde  todos os grupos focaram na história de vida.  Pela qual tem em sua singularidade registrar as memórias autobiográficas, que nada mais é quando o sujeito fala de si mesmo, caracterizando a sua história de vida onde a mesma não acontece sozinha apenas no singular, é primordial a presença dos plurais; todos os colaboradores que fizeram parte da vida dessas pessoas desde o nascimento a vida adulta deixaram suas marcas sejam elas positivas ou negativas.
Embora essas lembranças não afloram em estado puro na linguagem do narrador que escreve, elas são selecionadas em função do ponto de vista cultural e ideológico do grupo a quem o texto se destina. Durante todo semestre a função deste componente foi a busca incessante oa passado afim de mostrar a importância do outro na nossa formação, e realmente foi comprovada em linguagem e tempo que não somos nada nem ninguem sem a participação ativa daqueles que nos antecederam como também os que fazem parte do nosso contidiano.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

O SEXTO SEMESTRE PELO CAMINHO


Lá vai o sexto semestre pelo caminho
Preocupados com o estágio, que coitadinhos
Dormindo pouco para acordar os anginhos
Fazendo trabalhos organizadinhos.

Lá vem o sexto semestre, com muita atenção
Fazendo o trabalho com dedicação
E levando muito em seu surrão.

Lá vem o sexto semestre, pelo caminho
Contando histórias pros menininhos
Fazendo atividades ,em seus cantinhos.

Paródia, versão da música São Francisco
de Vinícius de Morais.

domingo, 25 de novembro de 2012

FILME X TEXTO = SEMELHANÇAS

O texto a importância do outro para a minha formação sem dúvida foi  o estágio cujo  é prova viva do quanto a convivência com outras pessoas ajudou- me a  reconhecer enguanto pessoa e futura educadora; aquele público puro e verdadeiro deram-me a certeza que são eles que eu quero acompanha-lo. E diante dos próximos desafios irei sempre reportar-me a memória.; quanto ao filme nada mais era que a busca incansável ao passado para trazer a tona as experiências não muito bem sucedidas para servir de espelho para a geração posterior. As nossas angustias, medos, lembranças e certezas foram expressadas na aula anterior quando confeccionamos a colcha de retalho e assim é o sentido da autobiografia.

O RELÓGIO QUE DERRETE COM O TEMPO


O relógio derretido de Salvador Dalli, é uma obra surrealista e caracterizada pela persistência da memória, ela relaciona com a memória pelo poder que temos de bloquear tudo aquilo que nos maltrata e resgatar somente os momentos bons. O tempo passa muito rápido e a vida é imprevissível e por conta disto onde a única ferramenta de registro é a nossa mente e ao mesmo tempo age como um guarda-recorte de um acervo ,cujo,só nós mesmos temos acesso. Dalli reportou a sua infância para pintar o quadro do relógio, assim nós voltamos constantemente ao passado para justificar ações do presente.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012


RELAÇÃO FILME COLCHA DE RETALHOS E A AULA DO DIA 06/11/12.

Para Santa Marli organizadora do livro Ludicidade como Ciência, ela diz que a música é algo que fala por nós, ou seja, ela tranmite nossos medos, angústias, certezas, recados enfim o que sentimos.O mesmo vivenciamos na aula passada relacionando com o filme Colcha de Retalhos, fizemos uma retrospectiva trazendo através de desenhos as brincadeiras e as marcas da infância para uns, e para outros o desenho representou o contexto de vida atual, inclusive as feridas que aparentam não ter cicatrizado; e a colcha de retalhos nada mais é que fragmentos das decepções amorosas sofrida por aquelas mulheres. Sem dúvida a consciência do passado reflete no presente, pois é ela que faz com que a situação real seja diferente.

TEMPO EM QUE EU ERA FELIZ E NÃO SABIA


sábado, 10 de novembro de 2012

RELAÇÃO INFÂNCIA E ESTÁGIO


Relacionar minha infância com o estágio contempla vários pontos que se assemelham e se divergem ao mesmo tempo. O que eu pude observar foi: o que as crianças do grupo cinco tem em sala eu tinha em casa tais como  brinquedos, jogos educativos, músicas e coleções de livros infantis, o diferencial estava na interação no turno oposto, com pessoas da mesma faixa etária era a mínima possível e o contexto e grupo social eram outros.
SegundoVigotsky a criança idealiza duas pessoas que ela quer ser a mãe ou a professora, já no meu caso era meu irmão e padrinho eu queria ter a mesma formação ,competencia que omesmo tem em suas resoluções e essa enfluência interferiu em minhas escolhas durante muito tempo. Porem o que eu considero desde já nasceu no ensino fundamental I quando brincava de escolinha utilizando o quadro negro, amadureceu depois da maternidade em uma festa junina e esta se concretizando no momento acadêmico é ser Profissional da Educação.

TIVE A INFÂNCIA QUE A CONDIÇÃO PERMITIU


O passado é a consciência do presente e fonte para o futuro por isso são as lembranças que inovam o ser humano. Meu início no processo de leitura e escrita foi marcado por meios a grandes decepções, imagine iniciar o processo educativo em escola do município não especificamente por ser pública más por ter como professor um sujeito cujo não tinha o fundamental completo, nem se falava em paradidáticos e tinha como avaliação para crianças do grupo cinco conteúdos da História do Brasil.
Aos sete anos fui morar com minhas irmãns e irmãos fui estudar em escola particular e com um rígido acompanhamento em casa, aqui foi construída a minha base alfabética que para Emília Ferreiro vai ate o 3 ano mas na minha concepção vai ate o 5 e pautada em método tradicional. Penso que minha formação esta sendo conduzida de maneira que eu acredito.


POR QUE TER UM BLOG


O século XX foi embora e chega o XXI, várias mudanças ocorreram nesse período de transição especificamente por conta dos meios de comunicação tecnologica, e a internet é vista como uma interlocução de redes sendo assim o blog é um subproduto desta. O mesmo é importante pois funciona como meio de comunicação nas relações sociais e se voltando para as especificidades acadêmicas ele age como mediador da aprendizagem de forma bem descontraida e descentralizada.
O papel do professor é fazer a mediação,ate por que o educando hoje aprende quando interage, produz e compartilha conhecimento e as tecnologias nos ajuda muito a organizar os conteudos dentro e fora da sala de aula; Segundo MORRAN, a exclusão digital de alguns professores em linhas gerais são as dificuldades de associar as tecnilogias ao ensino, pois, muitos não aceitam esta plataforma de conhecimentos como fonte de pesquisa, preferindo ficar no comodismo com o planejamento das páginas amarelas.